
www.studiotiagobarros.blogspot.com
A. Posição inicial: pés paralelos com pequeno afastamento lateral. Ao flexionar o tronco lateralmente, encaixe bem o quadril, eleve o braço bem estendido ao lado da cabeça. Force a flexão lateral balanceando o tronco, insistindo duas vezes.
B. Faça o mesmo movimento para o outro lado, trocando posição dos braços, Repita 10 vezes na flexão.
A pergunta mais freqüente que pessoas me fazem em formações de artes na qual participo é a seguinte “Onde posso usar a dança e o teatro?”; tanto em apresentações quanto em oportunidades de evangelização é preciso se colocar no lugar do publico no qual se quer anunciar a palavra de Deus através das artes.
Por exemplo: se vou a uma mostra de artes, festival, evento, festas, etc. a liberdade para se escolher a música ou o estilo de dança ou teatro na qual será apresentado é maior, pois se tratando de apresentações as pessoas vão esperar daquele momento realmente uma apresentação de dança e teatro, com um diferencial de mensagem, ou seja, não dançamos apenas por dançar, e sim para evangelizar; mas na situação ‘apresentação’ é onde vamos colocar o nosso trabalho, aquilo que estamos buscando e lutando no caminho de Deus através da dança, do teatro, da música, e das artes em geral.
Mas se tratando de oportunidades de evangelização, como por exemplo, em uma escola, periferia, etc. a situação é outra, tudo muda. Temos que ir ao encontro daquilo que o momento nos pede.
Se eu for convidado para dançar na periferia, vou escolher um estilo mais empolgante, que contagie as pessoas e que esteja de acordo com o lugar. Não que eu esteja julgando o lugar ou as pessoas, mas por se tratar de uma periferia o que mais se encaixa nos padrões é algo do tipo “Hip Hop”, axé, Street Dance, etc. Se eu levo um Ballet, ou Jazz, as pessoas podem não acolher aquilo que quero passar, por causa da realidade.
O mesmo acontece na igreja; se for chamado para fazer uma entrada da bíblia, por exemplo, não vou escolher um “Hip Hop”, ou axé para tocar, pois não condiz com aquilo que o momento nos pede: algo mais litúrgico.
Na igreja não precisamos fazer espetáculos, com fitas, tecidos ou saltos, é claro que temos exceções, pois temos que fazer o nosso melhor para Deus, mas na igreja o único espetáculo é Deus.
Já no nosso grupo de oração nos é oferecido dois momentos para usarmos a dança e o teatro, que seria antes da pregação e depois da pregação. Mais posso dar outras sugestões para apresentação, por exemplo, se a dança não se encaixa nos momentos que citei, pois derrepente é algo mais contagiante e mais alegre que vá levantar a assembléia, é legal deixar para o final do grupo. No meu grupo de oração combinamos assim entre a coordenação: Um final de semana montamos um teatro e outro final de semana montamos uma dança, para não passar do horário e as vezes deixar o grupo sobrecarregado de coisas, e tem dado certo, encaixamos o teatro antes da pregação, pois assim o palestrante já comenta e da exemplos como os do teatro (por isso é fundamental que o teatro seja o mesmo tema da pregação), e quando temos uma dança, colocamos depois da pregação e/ou oração, para concretizar aquilo que o palestrante colocou para assembléia.
A falta de formação tem levado muitas pessoas a se perderem no momento da evangelização e da missão, ainda mais se tratando da dança e do teatro, que são alguns dos movimentos mais novos na RCC; não se tratando de tempo, mais sim de formação, pois são os ministérios onde mais falta formação; não estou dizendo que não existe formação de teatro e dança, pelo contrario, existe sim e a RCC Brasil tem disponibilizado cada dia mais a nível nacional, mas ainda é muito pouco para formar ministros e artistas católicos.
Por isso, tome cuidado ao escolher uma musica para dançar, e até mesmo um estilo de dança ou teatro; para nós pode ser indiferente, mas para quem assiste é salvaçao e conduçao ao caminho do céu.

Em toda esta caminhada, à medida que se vai passando o tempo, todos vamos ficando gastos pelo servir no ministério de dança. Com o tempo vai ficando cada vez mais difícil surgir novas idéias, novos passos, inspirações para novas musicas. Por isso devemos sempre pedir a ajuda do Espírito Santo.A dança
A dança pode ser englobada tanto na área da arte, da educação e da atividade física e saúde. Sendo ainda uma linguagem universal, pois as expressões corporais humanas são as mesmas em todos os lugares do mundo, independente de raça, classe social ou cultura. As expressões faciais de alegria, tristeza, ira, medo, surpresa, nojo e desprezo são universais. Assim a dança sendo uma forma de linguagem corporal, pode comunicar idéias, pensamentos, sentimentos, crenças; podendo expressar através do corpo coisas que até as palavras não podem dizer.
Na sua longa historia, tomou muitas direções diferentes, e por ser uma arte muito viva, ainda continua mudando.Assim como o estilo de dança varia, também as maneiras e os modos variam proporcionalmente, mas o principio é o mesmo.
Os princípios em que se baseia a dança são idênticos aos do canto: O agógico, que estimula a lentidão ou a rapidez dos movimentos no tempo; o gesto e a dinâmica que determina o modo de atividade com que os movimentos se sucedem uns aos outros.
Mas na dança existe um principio essencial desconhecido pela música e que é a construção dos movimentos no espaço: o ritmo plástico, ou seja, é onde a musica se torna visível aos olhos; onde o corpo é capaz de interpretar a música; onde o público não só sente a música ao escuta-la, mas vive a música, pois pode vê-la através da dança.
Ballet clássico
O ballet clássico é uma técnica fundamental para os que procuram se aperfeiçoar. A técnica da dança clássica ajuda a desenvolver equilíbrio, concentração e disciplina também necessárias na dança contemporânea e outros estilos.
Se iniciado na infância, pode preparar o controle motor para qualquer tipo de dança que o aluno desenvolver mais tarde. A disciplina, a musicalidade, o equilíbrio e a desinibição acontecem num ambiente saudável. Exercícios de barra, solo e alongamentos são indicados para o fortalecimento da musculatura de bailarinos.
Dentre as diversas modalidades de dança, o ballet clássico ganha ênfase por ser a base de onde se derivam muitos outros estilos de dança.
O curso formativo de ballet clássico se inicia entre 7 e 8 anos de idade. Porém na faixa etária precedente, recomenda-se o curso de Baby Class, um curso de expressão corporal com iniciação a dança e a técnica clássica. Este curso é um curso para crianças de 3 á 6 anos. O curso tem como objetivo desenvolver os principais aspectos motores, cognitivo e afetivo-sociais, utilizando-se para isso, os elementos básicos da dança, como a postura, consciência corporal, noção espacial, musicalidade, expressividade, criatividade, imaginação, memória, coordenação motora, e desibiniçao.
A partir dos 7 anos então a criança estará apta física e cognitivamente para ingressar no curso de ballet clássico. Para ser uma bailarina profissional é preciso muitos anos de pratica da dança; no mínimo 8 ou 9 anos.
No inicio do curso são introduzidos os elementos da técnica clássica. Uma base consiste e bem direcionada é prioridade para qualquer aprendizagem motora e, no ballet clássico, por lidarmos com crianças em plena formação física, isso deve ser levado muito a serio.
A formação do ballet clássico é também complementada com a pratica de outras modalidades de dança, seja praticando-a ou ensinando-a, mesmo que opte pelo Jazz, ballet contemporâneo, ballet moderno, sapateado, flamenco, etc.
Os movimentos de ballet enrijecem a barriga, endireitam a coluna e alinham os ombros. Isso acontece porque o abdômen tende a ser um dos centros de força do corpo e, consequentemente, muito exigido durante a execução das posturas. As pernas e os braços são trabalhados ao limite e ainda os saltos e giros são responsáveis pela queima de calorias. O resultado é completamente diferente daquele que costuma freqüentar musculação. O risco de lesão é quase zero, pois é toda aula de ballet existe o aquecimento.
Em um momento de oração, pus-me a refletir sobre a fidelidade a Deus. E como é difícil para nós vivermos a constância na fidelidade! Podemos dizer que, conseguir viver bem a fidelidade é uma Arte. Se nos esperamos nesta arte, certamente teremos o melhor resultado artístico.
Bem, terminei o meu momento de oração e reflexão contemplando a infinita fidelidade de Deus por nós. Eu dizia pra mim mesma: Deus sempre foi fiel, Ele nunca nos abandonou, nunca nos decepciona, Ele nos ama incondicionalmente! Nós é que sempre falhamos em nossa fidelidade à Ele. Somos inconstantes, as vezes lutamos pouco, isso quando não nos acomodamos! Muitas vezes não sabemos esperar, não o escutamos, tomamos decisões precipitadas, e queremos fazer tudo como queremos. É uma luta! E o Senhor, pacientemente, vê e espera este nosso processo de crescimento, e permanece fiel á nos!
Somos artistas, assim o Senhor nos fez, somos obra Dele, feitos para Ele, e em nós está impresso o OBJETIVO deste ser artista que somos. Temos uma missão a cumprir, esta missão já faz parte do nosso ser, só precisamos ir fazendo as descobertas diante de Deus. É como um tesouro que está dentro de nós, e nós vamos o desenterrando, o trazendo para fora. Deus nos confia a obra que está em seu coração, Ele precisa de nós, Ele nos escolheu para a realizarmos, ela já existe, já foi destinada à nós e já tem o seu objetivo. Ele tem para nós um grande projeto! Cabe a nós a fidelidade. Não há como fugir, a missão é nossa! Mas quem tem o objetivo desta obra é Deus. Nós, sejamos dóceis e sensíveis à Ele, para não corremos o risco de desviarmos o verdadeiro objetivo. Sim, porque somos muito amantes do que fazemos, e achamos tudo o máximo! Isso é muito legal, mas, que peçamos ao Senhor o equilíbrio. Somos artistas, somos missionários, somos servos de Deus, fazemos artes, realizamos espetáculos, Deus nos deu os dons, os talentos, tanta criatividade… Porém, vivamos com qualidade a espiritualidade, porque para nós “ O Palco é Terra de Missão!”
Parabéns à você que é um artista de Deus!
Estamos juntos,
Marlúcia Carvalho - Cia de Artes Canção Nova.